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Espaço e Cultura: Uma tradição geográfica – Texto para discussão da categoria de análise “Paisagem”

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Caros alunos do curso de Teoria e Método, para discutirmos a categoria de análise “Paisagem” em 01/11 peço que por favor acessem o texto:

“Espaço e Cultura: Uma tradição geográfica” escrito pelo Professor Roberto Lobato Corrêa:  https://dl.dropboxusercontent.com/u/312097/geocriticablog/3479-13314-1-PB.pdf 

O departamento de geografia da UERJ tem um trabalho interessante ligado a questão dos estudos da geografia cultural. Existe lá um núcleo interessante de Pesquisa, o “Núcleo de Estudos e Pesquisas sobre Espaço e Cultura – NEPEC” (link: http://www.nepec.igeog.uerj.br/). O Professor Roberto Lobato e a professora Zeny Rosendahl são uma referência nacional nos estudos da Nova Geografia Cultural no Brasil e do subcampo Geografia da Religião.

O povo brasileiro – Darcy Ribeiro

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Mais uma contribuição da Juliana Damasceno.

Esse é um clássico das ciências humanas brasileiras.

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Link para baixar o livro em pdf: http://migre.me/fVdjm

Uma série de tv foi criada com base nesse livro, ASSISTA AGORA!!! http://www.youtube.com/watch?v=2gqz4BHYcck

Conheça mais sobre Darcy Ribeiro:http://www.fundar.org.br/

LIVRO: Sete Palmos de terra e um caixão

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sete_palmos_josue de castro

“Best Seller” da Geografia Brasileira escrito pelo Geógrafo Josué de Castro. Para conhecer Josué de Castro temos 2 fontes: http://www.projetomemoria.art.br/JosuedeCastro/pens.htm e http://pt.wikipedia.org/wiki/Josu%C3%A9_de_Castro

Encontrei o livro disponível na internet no link:

http://sites.google.com/site/questoesagrarias/jc/Josu%C3%A9deCastro-Setepalmosdeterraeumcaix%C3%A3o.pdf?attredirects=0&d=1

 

Das abas do livro (2ª Edição, 1967):

JOSUÉ DE CASTRO era o representante do Brasil na Conferência do Desarmamento de Genebra quando foi surpreendido com o decreto da cassação de seus direitos políticos. Não sendo um político de grande projeção no Governo passado ou que nele tivesse exercido Uma influência muito marcada, a sua cassação pareceu a muitos incompreensível.
Na realidade, era a sua obra que atraía sobre ele a ira das forças que subiram ao poder com o movimento de Abril de 1964 — esta mesma obra que, traduzida em 19 idiomas e divulgada no mundo inteiro numa tiragem que hoje alcança mais de um milhão de exemplares, fez de Josué de Castro um vulto de imensa projeção internacional.
Os seus trabalhos foram considerados, no campo da alimentação, tão revolucionários quanto os de Copérnico no domínio da astronomia. Ele denunciou a fome universal como uma praga fabricada pelo homem e não como um fenômeno natural, mostrando a inconsistência e o falso das teorias neomalthusianas, que visam apenas a defesa das minorias privilegiadas contra os interesses autênticos das maiorias espoliadas, as grandes massas deserdadas do mundo subdesenvolvido.
Escritor, cientista e professor universitário foi ele o pioneiro no Brasil dos estudos científicos sobre alimentação, tendo realizado em 1933 o primeiro inquérito levado a efeito para apurar as condições de vida de nosso povo. Natural de Recife, impressionou-se com a miséria em que vivia a maioria de sua população, atormentada pela fome. A princípio deu expansão à sua sensibilidade em obras de ficção, contos hoje reunidos em seu livro “Documentários do Nordeste” nos quais retratou com impressionante vigor literário a tragédia daquele povo.
A fome passou a ser o objetivo de seus estudos. Passou a estudá-la cientificamente, tal como ela se manifesta em nosso país, publicando sua conhecida obra “Geografia da Fome”; para, em seguida aplicando o seu novo método de trabalho sociológico em escala universal, apresentar o seu livro “Geopolítica da Fome”, que teria imensa repercussão internacional.
Seu livro foi laureado pela Academia Americana de Ciências Políticas com o prêmio Franklin D. Roosevelt e ao mesmo tempo pelo Conselho Mundial da Paz com o prêmio Internacional da Paz, evidenciando assim tratar-se de uma obra profundamente humana elaborada acima das posições partidárias e das intolerâncias políticas. A Associação Brasileira de Escritores e a Academia Brasileira de Letras também laurearam a obra de Josué de Castro com os prêmios Pandiá Calogeras e José Veríssimo.
Mas Josué de Castro não se limitou a publicar o seu grande livro “Geopolítica da Fome”. Dedicou toda sua vida ao estudo deste flagelo, publicando os trabalhos nos seus outros volumes de ensaios — o de Biologia Social e o de Geografia Humana, trabalhos que lhe valeram ser eleito em 1951 para o alto cargo de Presidente da Organização de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (F.A.O.), e acaba de publicar seu último ensaio sobre o Nordeste, “Sete Palmos de Terra e um Caixão”. É a lista de seus livros que vêm chamando a atenção de nosso povo sobre um grave problema do nosso país que parece não merecer a devida atenção dos nossos governantes, o da situação de miséria e atraso em que vivem milhões de brasileiros, principalmente no Nordeste do nosso país.
Os seres humanos são muito propensos a querer ignorar ou considerar do domínio da utopia os problemas que não podem resolver ou que lhes parecem de difícil solução. Afora o seu valor científico e literário, aí reside o sentido prático da obra de Josué de Castro; o de chamar a atenção de nosso povo para um problema cuja solução não comporta mais delongas.
Convém notar, de logo, que a ciência tem um ponto de partida e que este ponto de partida é o senso comum.
Jean Wahl
Professor na Sorbonne de 1936 a 1967

Geografia Econômica e Social do Babaçu no Meio Norte

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ORLANDO VALVERDE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Orlando_Valverde

Baixar texto: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/115/rbg_1957_v19_n4.pdf

Para entender o contexto da questão principal e questões importantes como a grilagem de terras.