Arquivo da categoria: Geografia Agrária

Trabalho de Campo no Jardim Botanico de SP – Turmas de Licenciatura em Geografia 2013 – UNIESP / Centro Novo

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Como parte das comemorações ao dia do Geógrafo (29/05), os alunos do curso de Licenciatura em Geografia da UNIESP campus Centro Novo realizaram domingo dia 26 uma série de atividades pedagógicas no Jardim Botânico de São Paulo (Zona Sudeste da cidade).

Entre as atividades o destaque foi para a análise 2 importantes dos domínios morfoclimáticos: o Cerrado e a Mata Atlântica ora simulados em 2 estufas do Parque. Os alunos da disciplina Teoria e Método (4NA) em Geografia se prepararam para realizar a visita monitorada junto aos alunos de Geografia Agrária (3NA e 3MA). Eles apresentaram os domínios a partir das diversas correntes teóricas elementares para a geografia tais como o Naturalismo fundada por Alexander Von Humboldt e a Geografia Humana de Vidal de La Blache.

Ressaltamos ainda o inestimável apoio da Monitora Daniele do Museu de Botânica que transmitiu aos alunos preciosas informações sobre a estrutura do parque e sua história.

O trabalho foi monitorado pelo Prof. Ms. Sérgio Rizo.

Álbum de fotos: http://www.flickr.com/photos/sergiorizo/sets/72157633726228199/

LIVRO: Sete Palmos de terra e um caixão

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sete_palmos_josue de castro

“Best Seller” da Geografia Brasileira escrito pelo Geógrafo Josué de Castro. Para conhecer Josué de Castro temos 2 fontes: http://www.projetomemoria.art.br/JosuedeCastro/pens.htm e http://pt.wikipedia.org/wiki/Josu%C3%A9_de_Castro

Encontrei o livro disponível na internet no link:

http://sites.google.com/site/questoesagrarias/jc/Josu%C3%A9deCastro-Setepalmosdeterraeumcaix%C3%A3o.pdf?attredirects=0&d=1

 

Das abas do livro (2ª Edição, 1967):

JOSUÉ DE CASTRO era o representante do Brasil na Conferência do Desarmamento de Genebra quando foi surpreendido com o decreto da cassação de seus direitos políticos. Não sendo um político de grande projeção no Governo passado ou que nele tivesse exercido Uma influência muito marcada, a sua cassação pareceu a muitos incompreensível.
Na realidade, era a sua obra que atraía sobre ele a ira das forças que subiram ao poder com o movimento de Abril de 1964 — esta mesma obra que, traduzida em 19 idiomas e divulgada no mundo inteiro numa tiragem que hoje alcança mais de um milhão de exemplares, fez de Josué de Castro um vulto de imensa projeção internacional.
Os seus trabalhos foram considerados, no campo da alimentação, tão revolucionários quanto os de Copérnico no domínio da astronomia. Ele denunciou a fome universal como uma praga fabricada pelo homem e não como um fenômeno natural, mostrando a inconsistência e o falso das teorias neomalthusianas, que visam apenas a defesa das minorias privilegiadas contra os interesses autênticos das maiorias espoliadas, as grandes massas deserdadas do mundo subdesenvolvido.
Escritor, cientista e professor universitário foi ele o pioneiro no Brasil dos estudos científicos sobre alimentação, tendo realizado em 1933 o primeiro inquérito levado a efeito para apurar as condições de vida de nosso povo. Natural de Recife, impressionou-se com a miséria em que vivia a maioria de sua população, atormentada pela fome. A princípio deu expansão à sua sensibilidade em obras de ficção, contos hoje reunidos em seu livro “Documentários do Nordeste” nos quais retratou com impressionante vigor literário a tragédia daquele povo.
A fome passou a ser o objetivo de seus estudos. Passou a estudá-la cientificamente, tal como ela se manifesta em nosso país, publicando sua conhecida obra “Geografia da Fome”; para, em seguida aplicando o seu novo método de trabalho sociológico em escala universal, apresentar o seu livro “Geopolítica da Fome”, que teria imensa repercussão internacional.
Seu livro foi laureado pela Academia Americana de Ciências Políticas com o prêmio Franklin D. Roosevelt e ao mesmo tempo pelo Conselho Mundial da Paz com o prêmio Internacional da Paz, evidenciando assim tratar-se de uma obra profundamente humana elaborada acima das posições partidárias e das intolerâncias políticas. A Associação Brasileira de Escritores e a Academia Brasileira de Letras também laurearam a obra de Josué de Castro com os prêmios Pandiá Calogeras e José Veríssimo.
Mas Josué de Castro não se limitou a publicar o seu grande livro “Geopolítica da Fome”. Dedicou toda sua vida ao estudo deste flagelo, publicando os trabalhos nos seus outros volumes de ensaios — o de Biologia Social e o de Geografia Humana, trabalhos que lhe valeram ser eleito em 1951 para o alto cargo de Presidente da Organização de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas (F.A.O.), e acaba de publicar seu último ensaio sobre o Nordeste, “Sete Palmos de Terra e um Caixão”. É a lista de seus livros que vêm chamando a atenção de nosso povo sobre um grave problema do nosso país que parece não merecer a devida atenção dos nossos governantes, o da situação de miséria e atraso em que vivem milhões de brasileiros, principalmente no Nordeste do nosso país.
Os seres humanos são muito propensos a querer ignorar ou considerar do domínio da utopia os problemas que não podem resolver ou que lhes parecem de difícil solução. Afora o seu valor científico e literário, aí reside o sentido prático da obra de Josué de Castro; o de chamar a atenção de nosso povo para um problema cuja solução não comporta mais delongas.
Convém notar, de logo, que a ciência tem um ponto de partida e que este ponto de partida é o senso comum.
Jean Wahl
Professor na Sorbonne de 1936 a 1967

Geografia Econômica e Social do Babaçu no Meio Norte

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ORLANDO VALVERDE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Orlando_Valverde

Baixar texto: http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/periodicos/115/rbg_1957_v19_n4.pdf

Para entender o contexto da questão principal e questões importantes como a grilagem de terras.

Filme: Cabra Marcado para Morrer

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Para entender um pouco sobre as bases da estrutura agrária nordestina e, em especial, a formação dos movimentos sociais de luta pelos direitos à terra. Mais detalhes em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Cabra_Marcado_para_Morrer

Filme:

 

 

Biblioteca Mário de Andrade

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Caros.

Um dos maiores acervos brasileiros encontra-se a alguns metros da UNIESP. É a Biblioteca Mário de Andrade que fica na Praça Dom José Gaspar (R. da Consolação x Av. São Luís). Recomendo que entrem nesse templo para desenvolver os trabalhos recomendados pelo professor…

A propósito com a identidade e comprovante de residencia vcs podem se inscrever no sistema municipal de bibliotecas o que permite empréstimos.

A Biblioteca Mário de Andrade funciona de 2ª a 6ª, das 8h30 às 20h30, Sábado, das 10h às 17h.  Entrada pela Avenida São Luís, 235 – E-mail: circbma@prefeitura.sp.gov.br – Tel. (11) 3775-0002

E é possível fazer pesquisa dos temas de interesse pela internet no endereço: http://bibliotecacircula.prefeitura.sp.gov.br/pesquisa/ . Esse acesso permite acesso a todas bibliotecas da rede pública que tenham cadastro (é provável que tenha uma por perto da sua casa…) Para pesquisar é muito fácil, veja o exemplo abaixo em que eu digitei o tema “Cacau Bahia” e indiquei a Biblioteca Mário de Andrade… Tá facinho:

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BAIXAR LIVRO: MODO DE PRODUÇÃO CAPITALISTA E AGRICULTURA – ARIOVALDO UMBELINO DE OLIVEIRA

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Caros alunos

O livro em pdf a seguir compreende do capítulo 1 ao 7 todo conteúdo do livro que proponho como bibliografia: https://dl.dropbox.com/u/312097/blog/modo_capitalista.pdf

De toda forma, se alguém quiser fazer um investimento para sua biblioteca geográfica, segue link para comprar num sebo (de R$ 8,00 a R$ 15,00): http://www.estantevirtual.com.br/q/modo-de-producao-capitalista-e-agricultura

A propósito, para quem quiser conhecer um pouco mais deste grande geógrafo brasileiro deixo o link de seu currículo lattes: http://lattes.cnpq.br/1796886641440781