Arquivo da categoria: Evento

Link

No sábado, 14/03, a partir das 14h, a exposição “Nhande Kuery São Paulo Pygua – Os Guarani da cidade de São Paulo” leva ao CCSP um pouco do dia a dia das aldeias Guarani próximas ao maior centro urbano do continente.

Os Guarani que vivem em aldeias no Município estarão no Centro Cultural São Paulo, no dia 14 de março, a partir das 14h, para comemorar um ano do Programa Aldeias, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Cultura (SMC). Nesta primeira fase, em parceria com o Centro de trabalho Indigenista (CTI), foram realizadas diversas ações de valorização cultural e fortalecimento político nas aldeias guarani do Jaraguá e de Parelheiros. A exposição contará com vídeos e fotografias das atividades realizadas através do Programa, além de apresentações de canções e danças tradicionais. Também será apresentada uma coleção de três DVDs com produções guarani organizada pelo Programa.

A partir das 18h30, após a exibição de vídeos, haverá uma roda de conversa com lideranças guarani e representantes da SMC e do CTI sobre o Programa Aldeias, a experiência desse primeiro ano e as expectativas para o futuro.

● DIA 14 DE MARÇO DE 2015 – SÁBADO – NO CENTRO CULTURAL SÃO PAULO – DAS 14h às 21h, SALA ADONIRAN BARBOSA. Rua Vergueiro, 1000.

● Fala das autoridades e roda de conversa: 18h30

Fonte e saiba mais: http://migre.me/p0zt5

PLACAS VISÍVEIS E HOMENS INVISÍVEIS: ESTUDO DE CASO SOBRE OS “HOMENS-PLACA” NA CIDADE DE SÃO PAULO – XIII ENCONTRO NACIONAL DA ABET

Padrão
Eu, Prof. Sergio Rizo e o aluno Eduardo Aparecido (3MA-GEO) escrevemos um artigo sobre a questão dos “homens-placa” na cidade de São Paulo que foi aceito para o Cogresso da ABET (Associação Brasileira dos Estudos do Trabalho) . Esse artigo se pauta na teoria do espaço proposta pelo Professor Milton Santos e discute a questão envolvida entre o pujante setor imobiliário de São Paulo e o perfil dos trabalhadores recrutados para exercício do ofício de “homem-placa”, uma atividade que demanda segurar placas publicitárias indicativas dos empreendimentos imobiliários durante horas, sobretudo aos finais de semana.
O Eduardo estará participando do evento em Curitiba durante os dias 28 a 31 de outubro de 2013, e estará representando os alunos da UNIESP, especialmente o Departamento de Geografia e História da UNIESP, Campus Centro Novo.
Link para baixar o artigo: http://migre.me/glB68

Evento gratuito PROLAM/USP – “IV Encontro de Pesquisadores sobre a América Latina”

Padrão

iv-epal-prolam

Caros alunos e amigos,

Terça-feira dia 22 de outubro eu estarei apresentando um pouco sobre minha tese de mestrado no “IV Encontro de Pesquisadores sobre a América Latina” que vai ocorrer na USP.

O evento é gratuito e ocorrerá das 14:00 e 16:30 horas, nas dependências do Programa em Integração da América Latina da Universidade de São Paulo (Rua do Anfiteatro 181, Colméias, Favo 1, sala 13B – Cidade Universitária, Butantã, São Paulo). Na programação teremos outros 2 colegas conforme à seguir:

A atividade será prestigiada com palavras de abertura do Prof.Dr. Márcio Bobik Braga.

Muito obrigado pela lembrança da “Comissão Organizadora do Encontro de Pesquisadores sobre América Latina”.

 Espero todos vocês

Sergio Rizo

O Fórum Paulista e a Fundação Abrinq realizam flashmob pelo Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

Padrão

Com o objetivo de chamar a atenção da população para os prejuízos provenientes da utilização da mão de obra infantil Brasil afora, o Fórum Paulista de Erradicação do Trabalho Infantil e a Fundação Abrinq – Save the Children, organizam no dia 12 de junho, Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, um flashmob (mobilização rápida) na capital paulista, o local escolhido foi a Avenida Paulista (em frente ao Masp)..

Das 12h às 13h, celebridades, parlamentares da Comissão da Criança e do Adolescente, funcionários e parceiros do Fórum Paulista e da Fundação Abrinq – Save the Children irão distribuir nos semáforos panfletos com mensagens de conscientização e sensibilização sobre a data, em alguns dos principais semáforos dessas cidades. Para que a mobilização não seja caracterizada como panfletagem, também serão entregues flags (marcadores de páginas da Post It) gentilmente doados pela empresa 3M.

Na ocasião, também serão coletadas assinaturas contra a PEC 18/2011 que solicita uma nova redação do sétimo artigo da Constituição Federal, autorizando a redução da idade para o trabalho para 14 anos. O Fórum Paulista e a Fundação Abrinq – Save the Children são a favor de que os adolescentes tenham acesso a uma educação de qualidade para que possam se preparar para o futuro profissional e ingressar no mercado de trabalho, por isso coletará assinaturas de todos que compartilham da mesma ideia para que seja encaminhado ao relator da PEC e demais deputados que concordam com ela, Sandra Rosado, Teresa Surita, Alessandro Molon e Luiz Couto.

A arte e o conceito da campanha “Vamos Acabar com o Trabalho Infantil – Em Defesa dos Direitos Humanos e da Justiça Social” foram elaborados pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Durante o dia 12, a rede de hotéis Meliá irá divulgar o panfleto em todas as suas suítes e a concessionária Ecovias irá distribuí-los nos pedágios do km 32 das rodovias Anchieta e Imigrantes.

Quem quiser se juntar à organização é só comparecer ao Vão do Masp, ao meio-dia com uma camiseta amarela, arregaçar as mangas e trabalhar para que esta realidade mude.

Retrato do trabalho infantil

                O trabalho infantil vem se tornando prioridade na agenda da política pública social no Brasil, porém ainda há muito a se fazer. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) de 2009, no País, aproximadamente 4,3 milhões de meninos e meninas brasileiros de 5 a 17 anos trabalham para ajudar a complementar a renda familiar. Esta é uma realidade tão verdadeira quanto assustadora.

Ainda há desafios. É preciso pôr fim à crença de que o trabalho infantil é uma virtude e afasta crianças e adolescentes da marginalidade. De fato, este é um destino reservado exclusivamente às parcelas mais pobres de nossa população. Ele, contudo, expõe a infância a uma condição moralmente degradante, prejudica a escolaridade e faz com que milhares de brasileiros, já em idade adequada ao início de suas vidas profissionais, estejam em desvantagem na luta por uma colocação no mercado de trabalho e em assumir suas responsabilidades sociais.

Mais do que isso, é preciso garantir que nossas crianças se livrem do fardo do trabalho infantil para viver de forma plena a sua infância, com tempo para brincar, aprender e também ensinar.

Importante: No Brasil, o trabalho infantil não é enquadrado como crime, não é uma violação à lei penal, exceto quando envolve tráfico de crianças e adolescentes, exploração sexual, venda de drogas e trabalho escravo. Por isso a conscientização sobre os danos do trabalho precoce deve partir da própria sociedade que não deve empregar menores de 18 anos em casa, deve denunciar casos de violação de direitos infanto-juvenis e apoiar organizações que combatem o trabalho infantil, em vez de comprar produtos nos semáforos.

QUEREMOS IMPEDIR A REDUÇÃO DA IDADE PARA O TRABALHO E DIZEMOS NÃO PARA A PEC 18/2011 PORQUE:

·         Contraria a Constituição Federal e as Convenções Internacionais ratificadas pelo Brasil.

·         Compromete o direito à educação básica obrigatória que, em idade regular, vai dos quatro aos 17.

·         Compromete o rendimento escolar, motiva a distorção idade/série e o abandono da escola.

·         Pode trazer sérios agravos para a saúde e compromete o pleno desenvolvimento físico, psicológico, social e profissional dos adolescentes trabalhadores.

·         Incentiva a inserção de adolescentes em trabalhos precários, pois aos 14 anos ele não tem formação profissional que lhe assegure posto de trabalho razoável.

·         Incentiva a exploração da força de trabalho do adolescente de baixa renda, que se submeterá a qualquer trabalho, sem critério.

·         Exposição de adolescentes a riscos de segurança, saúde e formação moral. O Brasil tem registrado diariamente a média de três adolescentes mortos por acidente de trabalho (OIT).

·         As estatísticas mostram percentuais alarmantes de incapacidades permanentes, mutilações e mortes de crianças e adolescentes submetidos precocemente aos rigores do trabalho.

·         O esforço físico de uma criança pode prejudicar o seu crescimento, ocasionar lesões na medula espinhal e produzir deformidades.

·         O trabalho precoce provoca problemas de saúde como: fadiga excessiva, distúrbios do sono, irritabilidade, alergia e problemas respiratórios.

imagem