Sun Tzu – A arte da Guerra

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No texto que tratamos do conceito de território o Professor Marcelo cita esse clássico. pois bem, um querido colega de trabalho, nos enviou um fichamento dessa obra em pdf com apenas 45 páginas (o original tem mais de 300). Tá na mão!!!! Nosso muito obrigado ao Sr. Monteiro.

Clique no link para baixar: https://dl.dropboxusercontent.com/u/312097/blog/Livro%20-%20A%20arte%20da%20guerra.pdf

Um pouco mais à respeito: A arte da guerra de Miyamoto Musashi

O japonês Miyamoto Musashi é considerado o maior samurai de todos os tempos. Ele nasceu em 1584 e criou um modelo de estratégia utilizado até hoje

“Quando você atinge o caminho da estratégia, não haverá uma única coisa que não possa compreender – e verá o caminho em tudo”

Você provavelmente já ouviu falar no general chinês Sun Tzu. Há aproximadamente 2.500 anos, ele foi um profundo conhecedor de manobras militares, acumulou inúmeras vitórias, derrotou exércitos inimigos e escreveu a “A Arte da Guerra”, inspiração para líderes e estrategistas corporativos antigos e atuais do mundo inteiro.

Mas a história e o modelo oriental revelam muito mais ensinamentos que Sun Tzu e seus admiradores poderiam prever. Foi assim que um sujeito não tão conhecido no ocidente quanto o general chinês – mas com uma notável persistência e sabedoria – transformou-se no maior samurai de todos os tempos.

Miyamoto Musashi não conheceu a derrota. Venceu mais de 60 batalhas e construiu uma filosofia que chamou de Gorin No Sho (“O livro dos Cinco Anéis”), considerada a suma estratégia para a vitória em qualquer campo e contra qualquer inimigo. Embora voltadas à mortal arte da esgrima, as suas técnicas aplicam-se ao não menos letal mundo competitivo dos mercados.

O que, por exemplo, é exigido hoje como essencial para um profissional competente – como buscar ser multidisciplinar e ampliar seu leque de conhecimento em várias áreas – já era pregado pelo samurai no século 16. Entre as suas filosofias, Musashi afirmava a necessidade de trilhar e conhecer diversas profissões para ampliar as habilidades. E é claro que ele seguiu isso: dedicou-se às artes, como pintura, caligrafia, escultura e manuscrito de livros.

Musashi ressaltava, ainda, a importância de possuir as ferramentas certas para a realização de um trabalho, acumular técnicas e executar ações com planejamento e tática. Para o samurai, assim como um carpinteiro torna-se melhor com seus instrumentos e é capaz de criar novas coisas à medida que se torna experiente, também um guerreiro pode se tornar um estrategista, capaz de adaptar seu estilo à tática necessária para a batalha. Para Musashi, a partir do domínio de sua arma (ou ofício) o homem alcança o controle de si e, em consequência, a vitória nas diversas situações de vida.

Musashi tornou-se uma lenda já em sua época. Seu nome está gravado no imaginário japonês como sinônimo de bravura com sabedoria e humildade. As histórias de suas proezas estão registradas em diversos textos, diários, monumentos e, na atualidade, seus ensinamentos continuam por meio de filmes, séries de TV, mangás, livros de negócios e videogames. Miyamoto Musashi foi um guerreiro consagrado pela arte milenar da estratégia e imortalizado nos fundamentos culturais intrínsecos de seu povo.

PRINCÍPIOS DE MUSASHI

  1. Evitar todo e qualquer pensamento perverso;
  2. Conhecer muitas artes – não só a arte militar;
  3. Compreender os mandamentos das diversas profissões;
  4. Discernir as vantagens e as desvantagens que existem em todas as coisas;
  5. Conhecer, pela percepção instintiva, coisas que não podem ser vistas;

 

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Sobre Sergio Rizo

Geógrafo (USP,2003), Mestre em ciências para integração da América Latina (USP/PROLAM, 2012 - Pesquisa de Mestrado: "Estudo comparativo da mídia exterior de São Paulo e Buenos Aires (Link para baixar este estudo: http://migre.me/gslqm) Pesquisador de temas relacionados a publicidade ao ar livre, intervenções urbanas, comunicação e comunicação na América Latina. Diretor da empresa RS Projetos (desde 2002). Atua na coordenação de projetos. - Autor do livro: "A mídia exterior na cidade de São Paulo" (2008); - Professor Nível Superior de Geografia UNIESP: Teoria e Método em Geografia, Introdução a Geografia Brasileira e Geografia Agrária (2012 - atual); - Doutorando em Geografia Humana pela USP (2013).

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