Arquivo mensal: junho 2013

USP (e-Aulas): Curso online (em 34 vídeos) de História do Brasil colonial

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É grátis!!!!

Só clicar em cima de cada aula: http://www.eaulas.usp.br/portal/discipline-intermediate!render.action?knowledgeArea=Humanas&discipline=2657

A disciplina História do Brasil Colonial (I e II) tem como proposta básica discutir as linhas mestras de constituição, desenvolvimento e crise da colonização portuguesa no continente americano entre os séculos XVI e XIX (primeiras duas décadas). Abordando temas específicos ligados a sociedade, economia, política e cultura, a disciplina visa oferecer três linhas de abordagem principais: 1) traços gerais de estruturas e processos históricos que caracterizem os temas específicos a serem abordados; 2) debates e interpretações historiográficas que posicionem tais temas no universo da permanente constituição do saber histórico; 3) trato com documentação primária e com demandas de pesquisa em aberto. Ainda que os cursos oferecidos por cada professor da disciplina possuam feições próprias a depender dos recortes, temas e métodos adotados, de modo geral História do Brasil Colonial I (1º semestre) tem como periodização os séculos XVI e XVII, enquanto que História do Brasil Colonial II enfoca os séculos XVIII e XIX (até 1822).

O Fórum Paulista e a Fundação Abrinq realizam flashmob pelo Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

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Com o objetivo de chamar a atenção da população para os prejuízos provenientes da utilização da mão de obra infantil Brasil afora, o Fórum Paulista de Erradicação do Trabalho Infantil e a Fundação Abrinq – Save the Children, organizam no dia 12 de junho, Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, um flashmob (mobilização rápida) na capital paulista, o local escolhido foi a Avenida Paulista (em frente ao Masp)..

Das 12h às 13h, celebridades, parlamentares da Comissão da Criança e do Adolescente, funcionários e parceiros do Fórum Paulista e da Fundação Abrinq – Save the Children irão distribuir nos semáforos panfletos com mensagens de conscientização e sensibilização sobre a data, em alguns dos principais semáforos dessas cidades. Para que a mobilização não seja caracterizada como panfletagem, também serão entregues flags (marcadores de páginas da Post It) gentilmente doados pela empresa 3M.

Na ocasião, também serão coletadas assinaturas contra a PEC 18/2011 que solicita uma nova redação do sétimo artigo da Constituição Federal, autorizando a redução da idade para o trabalho para 14 anos. O Fórum Paulista e a Fundação Abrinq – Save the Children são a favor de que os adolescentes tenham acesso a uma educação de qualidade para que possam se preparar para o futuro profissional e ingressar no mercado de trabalho, por isso coletará assinaturas de todos que compartilham da mesma ideia para que seja encaminhado ao relator da PEC e demais deputados que concordam com ela, Sandra Rosado, Teresa Surita, Alessandro Molon e Luiz Couto.

A arte e o conceito da campanha “Vamos Acabar com o Trabalho Infantil – Em Defesa dos Direitos Humanos e da Justiça Social” foram elaborados pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil. Durante o dia 12, a rede de hotéis Meliá irá divulgar o panfleto em todas as suas suítes e a concessionária Ecovias irá distribuí-los nos pedágios do km 32 das rodovias Anchieta e Imigrantes.

Quem quiser se juntar à organização é só comparecer ao Vão do Masp, ao meio-dia com uma camiseta amarela, arregaçar as mangas e trabalhar para que esta realidade mude.

Retrato do trabalho infantil

                O trabalho infantil vem se tornando prioridade na agenda da política pública social no Brasil, porém ainda há muito a se fazer. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD/IBGE) de 2009, no País, aproximadamente 4,3 milhões de meninos e meninas brasileiros de 5 a 17 anos trabalham para ajudar a complementar a renda familiar. Esta é uma realidade tão verdadeira quanto assustadora.

Ainda há desafios. É preciso pôr fim à crença de que o trabalho infantil é uma virtude e afasta crianças e adolescentes da marginalidade. De fato, este é um destino reservado exclusivamente às parcelas mais pobres de nossa população. Ele, contudo, expõe a infância a uma condição moralmente degradante, prejudica a escolaridade e faz com que milhares de brasileiros, já em idade adequada ao início de suas vidas profissionais, estejam em desvantagem na luta por uma colocação no mercado de trabalho e em assumir suas responsabilidades sociais.

Mais do que isso, é preciso garantir que nossas crianças se livrem do fardo do trabalho infantil para viver de forma plena a sua infância, com tempo para brincar, aprender e também ensinar.

Importante: No Brasil, o trabalho infantil não é enquadrado como crime, não é uma violação à lei penal, exceto quando envolve tráfico de crianças e adolescentes, exploração sexual, venda de drogas e trabalho escravo. Por isso a conscientização sobre os danos do trabalho precoce deve partir da própria sociedade que não deve empregar menores de 18 anos em casa, deve denunciar casos de violação de direitos infanto-juvenis e apoiar organizações que combatem o trabalho infantil, em vez de comprar produtos nos semáforos.

QUEREMOS IMPEDIR A REDUÇÃO DA IDADE PARA O TRABALHO E DIZEMOS NÃO PARA A PEC 18/2011 PORQUE:

·         Contraria a Constituição Federal e as Convenções Internacionais ratificadas pelo Brasil.

·         Compromete o direito à educação básica obrigatória que, em idade regular, vai dos quatro aos 17.

·         Compromete o rendimento escolar, motiva a distorção idade/série e o abandono da escola.

·         Pode trazer sérios agravos para a saúde e compromete o pleno desenvolvimento físico, psicológico, social e profissional dos adolescentes trabalhadores.

·         Incentiva a inserção de adolescentes em trabalhos precários, pois aos 14 anos ele não tem formação profissional que lhe assegure posto de trabalho razoável.

·         Incentiva a exploração da força de trabalho do adolescente de baixa renda, que se submeterá a qualquer trabalho, sem critério.

·         Exposição de adolescentes a riscos de segurança, saúde e formação moral. O Brasil tem registrado diariamente a média de três adolescentes mortos por acidente de trabalho (OIT).

·         As estatísticas mostram percentuais alarmantes de incapacidades permanentes, mutilações e mortes de crianças e adolescentes submetidos precocemente aos rigores do trabalho.

·         O esforço físico de uma criança pode prejudicar o seu crescimento, ocasionar lesões na medula espinhal e produzir deformidades.

·         O trabalho precoce provoca problemas de saúde como: fadiga excessiva, distúrbios do sono, irritabilidade, alergia e problemas respiratórios.

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documentário “Noivas do Cordeiro”

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O documentário “Noivas do Cordeiro”, de Alfredo Alves. O filme conta a história da localidade Noiva do Cordeiro, no município de Belo Vale, a cem quilômetros de Belo Horizonte, que é aparentemente uma comunidade rural como tantas outras. No entanto, carrega características que a faz diferente, já que as mulheres são maioria absoluta e sofrem de forte preconceito e isolamento. Tudo graças a um evento que mudou a ‘fama’ das mulheres, vistas como prostitutas, perdidas. Os boatos afetaram ma vida na comunidade.

Há alguns anos, as mulheres resolveram mudar essa realidade. Para correr atrás de recursos e lutar por seus direitos, fundaram uma associação comunitária. Com isso, conseguiram criar uma escola de informática, a primeira da zona rural de Minas Gerais. Essa conquista fez com que, aos poucos, começassem a ser respeitadas pelas comunidades vizinhas.

Produção: Canal GNT