Arquivo mensal: setembro 2012

GESTO AMPLIFICADO APRESENTA OBRAS LATINO-AMERICANAS NA CAIXA CULTURAL SÃO PAULO

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Horário: 10h às 22h (terça a sábado) e 10h às 21h (domingo)
Local: CAIXA Cultural São Paulo – Praça da Sé, 111, São Paulo (SP).
Entrada: Franca


Exposição cria 
multiplicidade visual das relações políticas, classes sociais, arquiteturas e personagens por meio da arte

Obra de Heberth Sobral

Obra de Heberth Sobral


 A mostra apresenta o conjunto de obras de dez artistas contemporâneos do Brasil, Argentina e México e traduz uma visão típica das metrópoles, refletindo o caos, as relações políticas, classes sociais, arquiteturas e personagens por meio da arte. A exposição conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e estará aberta ao público até o dia 23 de setembro de 2012. O horário de visitação é de 10h às 22h, de terça a sábado, e no domingo de 10h às 21h. A entrada é gratuita.

As obras apresentam diversas possibilidades de ações plásticas, criam movimento e narrativa, levando o espectador a apreciar o limite de uma experiência sensorial e estética. A mostra é composta por fotografias, desenhos, vídeos, grafites, instalações, desenhos e pinturas dos artistas Alê Souto, Bruno Miguel, Carla Evanovitch, Coletivo Acidum, Demián Flores, Heberth Sobral, Horácio Cadzco, Magrão, Pablo Rosales e Pedro Sánchez.
“Gesto Amplificado” é uma exposição que torna visível a atuação do artista em territórios distintos, preserva a natureza das obras e fomenta a participação do público. A linha do brasileiro Alê Souto, partícipe e curador convidado, busca uma multiplicidade visual por meio da conexão de linguagens, mixadas com características gestuais e pictóricas, e segue a tendência de fusão de mídias com interação dos diversos campos da arte.
Sobre os artistas:
Alê Souto (Rio de Janeiro – Brasil) Instalação / Pintura Mural / Objeto – aborda temas políticos, acontecimentos históricos ou questões existenciais, partindo basicamente de dois pontos: drama e ironia.
Bruno Miguel (Rio de Janeiro – Brasil) Pintura / Objeto – imprime seu peculiar senso de humor com alusões diretas a cultura e atmosfera do lugar que está retratando.
Carla Evanovitch (Belém do Pará – Brasil) Performance / Vídeo – coloca-se em terceira pessoa e inicia uma investigação do urbano a partir de personagens comuns, flertando com os papéis na sociedade em que vivemos. 
Coletivo Acidum (Fortaleza – Brasil) Pintura mural / Livro objeto / Grafite –  trabalha com imagens oníricas, criando personagens  que contém referências e elementos do mundo real.
Demián Flores (Oaxaca – México) Objeto / Instalação / Desenho – discute o embate entre as culturas do colonizado e do colonizador. Transita entre a cultura pré-hispânica, a artificialidade e o uso das imagens midiáticas.
Heberth Sobral (São Paulo – Brasil) Fotografia – narra cenas do cotidiano. Mostra o clima divertido das relações interpessoais na cidade do Rio de Janeiro.
Horácio Cadzco (Ciudad de México – México) Desenho – enxerga o corpo em suas múltiplas expressões e cria esculturas e desenhos onde a dualidade presença versus ausência  é uma constante.
Magrão (Rio de Janeiro – Brasil) Instalação / Pintura mural / Grafite – trabalha no limite entre a pichação, grafite e a arte conceitual, experimentando caligrafias somadas a objetos em terceira dimensão. 
Pablo Rosales (Buenos Aires – Argentina) Instalação / Objeto – seleciona fragmentos visuais e materiais de zonas de isolamento, sinalização e manutenção de construções públicas para estilizá-los. 
Pedro Sánchez (Rio de Janeiro – Brasil) Instalação / Apropriação / Vídeo – mostra um apanhado de diversas imagens espalhadas pela cidade (Capital Visual).

Globalização Milton Santos – O mundo global visto do lado de cá.

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O mundo global visto do lado de cá, documentário do cineasta brasileiro Sílvio Tendler, discute os problemas da globalização sob a perspectiva das periferias (seja o terceiro mundo, seja comunidades carentes). O filme é conduzido por uma entrevista com o geógrafo e intelectual baiano Milton Santos, gravada quatro meses antes de sua morte.

O cineasta conheceu Milton Santos em 1995, e desde então tinha planos para filmar o geógrafo. Os anos foram passando e, somente em 2001, Tendler realizou o que seria a última entrevista de Milton (que viria a morrer cinco meses depois). Baseado nesse primeiro ponto de partida o documentário procura explicar, ou até mesmo elucidar, essa tal Globalização da qual tanto ouvimos falar.
O documentário percorre algumas trilhas desses caminhos apontados por Milton, vemos movimentos na Bolívia, na França, México e chegamos ao Brasil, na periferia de Brasília. Em Ceilândia, a câmera nos mostra pessoas dispostas a mudar as manchetes dos jornais que só falam da comunidade para retratar a violência local. Adirley Queiroz, ex-jogador de futebol, hoje cineasta, estudou os textos de Milton e procura novos caminhos para fugir do ‘sistema’ ou do Globaritarismo — termo criado por Milton Santos para designar a nova ordem mundial.

Exposição Fotográfica: Caminhos de luz (e sombra)

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Os fotógrafos argentinos María Inés Martínez e Enrique Torres Quinteros, retornam ao Memorial da América Latina.
Desta vez apresentam materiais que pertencem a série “Miradas no convencionales”, um trabalho que reflete o modo especial com que “olham” lugares, espaços e situações que geralmente passam despercebidas pelas pessoas.
María Inés Martínez, desta vez, apresenta

 um trabalho em que prevalece o conceito de “intervenção”, colocando intensidade na sobreposição de imagens, que acabam gerando novos conceitos com mensagens sutis do conceitual e esteticamente belo.
Torres Quinteros desta vez apresenta um trabalho monocromático. Com uma trajetória caracterizada pela produção de imagens documentais, em “Caminhos de Luz (e sombra)” o fotógrafo mostra cenas em preto e branco de forte impacto visual, onde você pode encontrar “outras fotos” dentro do mesmo trabalho.
Ambos os fotógrafos estão expõem no Centro Cultural Borges de Buenos Aires e tentarão repetir o sucesso da exposição realizada em 2011, “Entornos Mágicos” realizada também no Memorial da América Latina.SERVIÇO
Vernissage: 05/10/2012 às 19hs 30min
Exposição até 26/10
Organização e maiores informações: AGENCIA NOVA RS –www.novars.com.br | CONTATO: rp@rsprojetos.com.br

A Servidão Moderna

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Ótimo vídeo sobre o sistema vigente, vale muito a pena, sugiro assistir por partes para melhor entendimento:

A servidão moderna é uma escravidão voluntária onde não há o chicote, mas há o desejo do consumo. Não há cafezal ou fazenda, mas há o trabalho alienante do chão de fábrica, do escritório ou do shopping. Não há o senhor do escravo, porque contrariamente aos escravos da Antiguidade, aos servos da Idade Média e aos operários das primeiras revoluções industriais, estamos hoje frente a uma classe subserviente, só que não sabe, ou melhor, não quer saber. Esse documentário francês revela o que há de mais lamentável na sociedade moderna, a saber: a servidão voluntária que acontece a margem do entendimento e da consciência humana. Documentário, 2009, 52 min.; COR. Direção: Jean-François Brient e Victor León Fuentes

Exposição: “Inventário dos espaços de sociabilidade cinematográfica na cidade de São Paulo: 1895-1929 “

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Exemplo de cartazes de cinema do início do século XX

Um panorama sobre os locais de exibição cinematográfica em São Paulo a partir do acervo documental do AHSP documentando a constituição das primeiras salas e redes exibidoras através de pranchas arquitetônicas entre salas improvisadas, o nascimento do cine-teatro e a constituição dos “palácios cinematográficos”.

Algumas fotos da visita em 22/09/2012: http://www.flickr.com/photos/sergiorizo/sets/72157631600549463/

Procurem o Arte-educador Mauro Rizo e consultem a base de dados para saber dos cinemas existentes nos bairros paulistanos entre 1895 e 1929.

Galeria Olido
Av. São João, 473 – República, São Paulo, 01035-000, Brasil
+55 11 3331-8399 ‎ · galeriaolido.sp.gov.br

Na galeria Olido até outubro:

Exposição Fotográfica: “A cidade desaparecida de Militão Augusto de Azevedo”

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O fotógrafo Militão Augusto de Azevedo (1837-1905) realizou um interessante trabalho fotográfico na cidade de São Paulo. Num período em que o equipamento fotográfico poderia ser entendido como um dos objetos de maior tecnologia, Militão se deu ao trabalho de fotografar determinados pontos da cidade de São Paulo em dois momentos distintos, em 1862 e 1887, no primeiro momento clicou uma cidade de casas de baixo gabarito, construídas com barro misturado com estrume e até sangue de boi, enquanto na segunda vez demonstrava uma São Paulo totalmente diferente, com casas de dois pavimentos e estilo arquitetônico clássico, era a São Paulo dos imigrantes que expressavam na urbe as referencias de suas terras natais.

Mais sobre a exposição: http://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/cultura/casa_da_imagem/programacao_atual/index.php?p=9736

Algumas fotos: http://blogs.estadao.com.br/edison-veiga/2012/09/21/amanha-comeca-exposicao-de-militao-augusto-de-azevedo-o-primeiro-a-fotografar-sp/

Meu álbum da visita em 222/09/2012: http://www.flickr.com/photos/sergiorizo/sets/72157631600459823/

Rua Roberto Simonsen, 136-B
01017-020 Sé – São Paulo SP
Telefone (11) 3106 5122
Visitação:
Terça a domingo, das 9h às 17h
Consulta ao acervo:
Terça a sexta-feira, das 9h às 17h

Localização: